Dando continuidade a nossa série de postagens sobre Psicologia e Educação, hoje trazemos um pouco sobre a atuação do psicólogo junto à demanda de queixa escolar, salientando não apenas a importância do Psicólogo nesse contexto, e todo o cuidado da saúde mental dentro da esfera educacional, como também a luta do Psicólogo para se inserir nessa área e estabelecer seu papel frente à demanda local.
quinta-feira, 21 de março de 2019
Psicologia e Educação – Parte II: A atuação do psicólogo junto à demanda de queixa
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Psicologia e Educação – Parte I: Principais questões teórico-práticas da psicologia no contexto educacional
Com esta nova série de postagens desejamos trazer aqui para o blog a relevância da Psicologia Escolar. Apresentaremos primeiramente a questão cardeal a respeito da teoria e da prática psicológica dentro da esfera educacional, buscando esboçar um pouco do que o Psicólogo pode fazer para atender às demandas deste contexto. Com esta série, iremos abordar a questão das queixas escolares e a forma como ocorre sua intervenção do Psicólogo dentro do ambiente escolar. Esboçaremos uma ideia de como a Psicologia Escolar enfatiza uma reflexão referente às noções, não apenas da Psicologia como ciência, mas também da Pedagogia e da Filosofia, promovendo assim progressos dentro do campo da Psicologia Escolar, salientando que, independente do espaço físico disponibilizado para a atuação do profissional, este deverá munir-se de seus conhecimentos e práticas teóricas para o exercício de sua profissão dentro deste contexto. Para uma melhor compreensão do assunto referente à temática educacional também traremos o trabalho de alguns autores para, com isso, demonstramos como eles compreendem o sistema de aprendizagem e como isso pode vir a ocorrer no indivíduo, levando em consideração a relação do homem com o meio em que está inserido.
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domingo, 20 de janeiro de 2019
A institucionalização da liberdade
A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA LIBERDADE
Alessandra Ferreira*
De quem é o poder?
Quem manda na minha vida?
Uns dizem que ele é de Deus
Outros, do guarda da esquina
Uns dizem que é do presidente
Outros, quem vem lá de cima
Cazuza, De Quem É O Poder?
Este ensaio traz algumas reflexões realizadas a partir de diversas leituras em conjunto com a proposta dos vídeos intitulados “Drogas e Cidadania” ¹ que foram organizados pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) em 2012 e estão disponíveis no YouTube.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
As fases do processo de aconselhamento
Essa postagem, ainda baseada no capítulo “O aconselhamento como processo” do livro “O processo de aconselhamento” dos autores Sheldon Eisenberg e Lewis E. Patterson, traz alguns apontamentos sobre as fases do processo de aconselhamento. Essa produção foi realizada na disciplina de Aconselhamento Psicológico, no 7º período do curso de Psicologia.
domingo, 6 de janeiro de 2019
O processo de aconselhamento psicológico
Essa postagem traz uma síntese do capítulo “O aconselhamento como processo” presente no livro “O processo de aconselhamento” de Sheldon Eisenberg e Lewis E. Patterson, que buscam definir o que é o aconselhamento e quais são seus objetivos, partindo disso para apresentar as etapas de tal processo e oferecendo uma pequena introdução às técnicas que serão exploradas nos capítulos seguintes do livro. Essa produção foi realizada na disciplina de Aconselhamento Psicológico, no 7º período do curso de Psicologia.
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
A dor de viver: análise crítica do caso de Nathan Verhelst
Trazemos aqui uma análise crítica do caso do belga Nathan Verhelst, que após passar por vários tratamentos e cirurgias para redesignação sexual, optou pela eutanásia quando as mudanças não atingiram os resultados desejados e, ao invés disso, o fizeram sentir que havia se transformado em um “monstro”. Neste texto, não oferecemos respostas, ao invés disso provocamos algumas reflexões sobre o sofrimento psíquico que leva um sujeito à decisão de dar um fim em sua vida. O trabalho foi realizado na disciplina Ética e Bioética II, 5º semestre da nossa graduação em Psicologia.quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
Psicologia e Comunidade
Essa postagem traz pequenas considerações a respeito da prática da psicologia da e na comunidade. Esse trabalho foi realizado no oitavo semestre na disciplina Psicologia e Comunidade do Curso de Psicologia. Texto escrito por Jhéssica Pereira.
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
Breves apontamentos sobre a Abordagem Centrada na Pessoa
Essa postagem apresenta uma breve introdução a Carl Rogers, o idealizador da Abordagem Centrada na Pessoa, escrito por Alessandra Ferreira, e uma síntese do capítulo “Os fundamentos de uma Abordagem Centrada na Pessoa” do livro “Um jeito de ser” de Rogers, escrito por Jhéssica Pereira. Esses escritos foram produzidos para a disciplina Teorias e Técnicas Psicológicas: Abordagem-Humanista A do curso de Psicologia.
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domingo, 9 de dezembro de 2018
A saúde física e mental do trabalhador - Parte 5: Considerações sobre a saúde mental no ambiente de trabalho
Essa é a quinta e última postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Aqui fazemos uma pequena conclusão sobre o que discutimos ao longo desses textos: como as considerações históricas que permeiam o tema; algumas reflexões sobre as questões trabalhistas e a importância da Psicologia ter seu espaço neste meio, para evitar a propagação do sequestro da subjetividade no ambiente de trabalho, e a saúde do trabalhador ainda mais comprometida; e buscamos fazer um pequeno paralelo sobre algumas questões pertinentes sobre o trabalhador brasileiro e o trabalhador japonês, para que pudéssemos sair um pouco daquilo que estamos habituados, explorando uma outra cultura que está ao mesmo tempo muito próxima e distante de nós.
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
A saúde física e mental do trabalhador - Parte 4: Apontamentos acerca da realidade do trabalho no Japão
Essa é a quarta postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Nesse texto, vamos lá para a outra extremidade do mapa e falaremos um pouco sobre a realidade do trabalhador no Japão. A cultura japonesa é muitas vezes ovacionada devido ao seu comprometimento desmedido com o trabalho, algo apoiado pelo universo corporativo e enxergado de maneira positiva. No entanto, as altas taxas de suicídio e mortes decorrentes do excesso de trabalho apontam para uma realidade bastante obscura dentro desse povo que está mais próximos de nós do que nos damos conta, pois hoje o Brasil possui o maior número de imigrantes e descendentes nipônicos, além das diversas grandes empresas japonesas espalhadas pelo país.
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
A saúde física e mental do trabalhador - Parte 3: Apontamentos acerca da realidade do trabalho no Brasil
Essa é a terceira postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Nesse texto, iniciamos as nossas reflexões acerca das diferentes condições de trabalho ao redor do mundo, começando com o Brasil, que apresenta uma grande disparidade social, onde nem todos os programas de qualidade de vida e empregatividade estão ao alcance da população. Nas próximas postagens, seguiremos falando um pouco sobre o conceito de promoção das condições de trabalho seguras e saudáveis está muito distante do compromisso ético para com o sujeito em outros culturas diferentes da nossa.
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
A saúde física e mental do trabalhador - Parte 2: O sequestro da subjetividade
Essa é a segunda postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Nesse texto, trazemos algumas considerações sobre como o ambiente de trabalho pode, por vezes, roubar o sujeito de sua individualidade, fazendo com que ele assuma uma identidade predominante de um grupo. Damos à esse fenômeno o nome de sequestro da subjetividade.
domingo, 28 de outubro de 2018
A saúde física e mental do trabalhador - Parte 1: considerações históricas
É sabido que em ordem de sobreviver na sociedade capitalista, o homem precisa trabalhar e, em virtude disso, sabemos também que a sua relação com o trabalho está diretamente ligada à sua saúde física e mental, que não se separam, pois há nessa atividade toda uma correlação com a qualidade de vida de um indivíduo. À vista disso, planejamos uma série de postagens recortadas de um trabalho apresentado à disciplina de Processos de Gestão do Trabalho do 6º período do curso de Psicologia, onde discutimos um pouco sobre o sequestro da subjetividade e a saúde do trabalhador, não só no Brasil, mas também no Japão, para que juntos possamos refletir e expandir nosso conhecimento sobre uma outra realidade tão distante da nossa. Nessa primeira postagem da série, trazemos algumas considerações históricas sobre como a saúde do trabalhador era vista e seu processo de mudança. Além de nós, Alessandra e Jhéssica, o texto também conta com a participação de Luara da Silva.
sábado, 27 de outubro de 2018
Homo homini lupus est
HOMO HOMINI LUPUS EST
Alessandra Ferreira
A minha gente hoje anda
Falando de lado
E olhando pro chão, viu
Você que inventou esse estado
E inventou de inventar
Toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar
O perdão
Chico Buarque, Apesar de Você
Ao estudar um pouco de psicanálise, ao ler textos de Freud, ao ler textos de Lacan, ao vivenciar o agora, no auge de toda essa angústia ocasionada pela nossa situação política, surge um questionamento: quem em face de toda sua experiência da vida e mesmo de seu conhecimento da própria história teria a coragem de aceitar qualquer condição desumana? A resposta vem com os acontecimentos que vivenciamos dia após dia. Fica “fácil” compreender que essa cruel agressividade que Freud tanto falava encontra-se apenas dormente em todo ser humano, só esperando por alguma provocação advinda do externo, do outro, enquanto ao mesmo tempo também aguarda por uma afirmação, para que possa se colocar a serviço da satisfação de seus desejos. E o investimento na agressividade agora tem voz. Vozes. Muitas delas, fazendo eco em cada esquina, tentando oprimir, amedrontar e silenciar toda e qualquer diferença. Eles chamam isso de liberdade de expressão.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2018
O filme Cisne Negro e o comportamento
Nesta postagem trazemos uma parte de um trabalho realizado no 4º período do curso de Psicologia para a disciplina de Análise do Comportamento II para pontuar algumas cenas do filme Cisne Negro (2010), utilizando a tríplice de contingências com base na teoria de Skinner, realizando também uma análise funcional referente ao comportamento que Nina apresenta no decorrer do filme. Todavia, se fazem hipóteses sobre quais contingências do ambiente em questão se fizeram relevantes para ocasionarem uma alteração dos comportamentos de Nina. O trabalho foi realizado por Alessandra Ferreira, Jhéssica Karine e Ariane Silva.
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Considerações sobre a identificação e o enamoramento e hipnose
Essa postagem traz uma pequena síntese dos apontamentos sobre os conceitos apresentados nas postagens anteriores sobre a identificação e sobre enamoramento e hipnose. Texto escrito por Alessandra Ferreira e Jhéssica Karine Pereira.
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Enamoramento e Hipnose
Essa postagem traz um resumo dos conceitos de “Enamoramento e Hipnose” presente no livro de Sigmund Freud “Psicologias das Massas e Análise do Eu”, complementando a postagem anterior. O trabalho foi realizado no terceiro semestre na disciplina Psicanálise II.
terça-feira, 4 de setembro de 2018
A identificação
Essa postagem traz um resumo do conceito de “Identificação” presente no livro de Sigmund Freud “Psicologias das Massas e Análise do Eu”. O trabalho foi realizado no terceiro semestre na disciplina Psicanálise II. Texto foi escrito por Alessandra Ferreira, Jhéssica Karine Pereira e Ariane Vieira da Silva.
terça-feira, 22 de maio de 2018
O desenvolvimento segundo René Spitz
O DESENVOLVIMENTO SEGUNDO RENÉ SPITZ
Alessandra Ferreira
Todas as informações contidas neste texto tem como referência a obra de René Spitz (2013): O Primeiro Ano de Vida. Aqui falo um pouco sobre algumas das mudanças que acontecem no primeiro ano de vida da criança que, incapaz de sobreviver sozinha, é totalmente dependente de sua figura materna, que supre suas necessidades primordiais, resultando na relação complementar chamada díade.
terça-feira, 20 de março de 2018
O homem e o meio social
Jhéssica Karine Pereira
O homem é um ser em constante movimento, sendo assim, para compreendê-lo se faz importante atentar-se para sua interação com o ambiente, com as demais pessoas de sua comunidade e como isso lhe afeta.
O ser humano é um ser social, que necessita de um convívio com o outro. Mesmo ao nascer o indivíduo já está inserido em uma sociedade, que lhe afeta. É como se ele herdasse desse meio tanto seus valores filosóficos e religiosos quanto os de linguagem e tecnologia. Deste modo a cultura em que se está inserido auxilia na constituição e formação de uma pessoa, e à medida que a sociedade modifica o homem, o homem também modifica o seu meio.
O homem possui uma excelente capacidade de aprendizagem e de adaptação ao ambiente em que vive se “moldando” de acordo as regras sociais e cultura vigente. Encontrando na linguagem um fator de extrema importância diante deste processo de desenvolvimento, afinal, é por meio da linguagem que o processo de transmissão cultural irá ocorrer por excelência.
Sendo assim a linguagem também irá influenciar no processo de formação de um indivíduo. No entanto, o indivíduo, que já teve todos esses valores impostos desde seu nascimento, pode em algum momento querer preservar ou ainda salientar sua individualidade e subjetividade, afinal cada ser humano é um ser único na natureza.
Como já citado, o homem tem uma grande capacidade de aprendizagem que gera uma mudança de comportamento, desta forma, o homem se encontra em constante aprimoramento, crescendo e ampliando seus conhecimentos. Esse desenvolvimento ocorre a partir de contatos sociais, porém é justamente nesse convívio social que acontecem grandes frustrações. Essas frustrações são algo comum na vida de qualquer pessoa, ela impede o ser de alcançar algo desejado, o forçando a agir de maneira diferente e continuar em movimento.
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COMO CITAR ESTA POSTAGEM
PEREIRA, J. K. O homem e seu meio social. Curitiba, 20 Mar 2018. Disponível em: <https://psiqueempalavras.blogspot.com/2018/03/o-homem-e-o-meio-social.html>
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