Essa é a quinta e última postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Aqui fazemos uma pequena conclusão sobre o que discutimos ao longo desses textos: como as considerações históricas que permeiam o tema; algumas reflexões sobre as questões trabalhistas e a importância da Psicologia ter seu espaço neste meio, para evitar a propagação do sequestro da subjetividade no ambiente de trabalho, e a saúde do trabalhador ainda mais comprometida; e buscamos fazer um pequeno paralelo sobre algumas questões pertinentes sobre o trabalhador brasileiro e o trabalhador japonês, para que pudéssemos sair um pouco daquilo que estamos habituados, explorando uma outra cultura que está ao mesmo tempo muito próxima e distante de nós.
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domingo, 9 de dezembro de 2018
domingo, 28 de outubro de 2018
A saúde física e mental do trabalhador - Parte 1: considerações históricas
É sabido que em ordem de sobreviver na sociedade capitalista, o homem precisa trabalhar e, em virtude disso, sabemos também que a sua relação com o trabalho está diretamente ligada à sua saúde física e mental, que não se separam, pois há nessa atividade toda uma correlação com a qualidade de vida de um indivíduo. À vista disso, planejamos uma série de postagens recortadas de um trabalho apresentado à disciplina de Processos de Gestão do Trabalho do 6º período do curso de Psicologia, onde discutimos um pouco sobre o sequestro da subjetividade e a saúde do trabalhador, não só no Brasil, mas também no Japão, para que juntos possamos refletir e expandir nosso conhecimento sobre uma outra realidade tão distante da nossa. Nessa primeira postagem da série, trazemos algumas considerações históricas sobre como a saúde do trabalhador era vista e seu processo de mudança. Além de nós, Alessandra e Jhéssica, o texto também conta com a participação de Luara da Silva.
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