domingo, 9 de dezembro de 2018

A saúde física e mental do trabalhador - Parte 5: Considerações sobre a saúde mental no ambiente de trabalho

Essa é a quinta e última postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhadorAqui fazemos uma pequena conclusão sobre o que discutimos ao longo desses textos: como as considerações históricas que permeiam o tema; algumas reflexões sobre as questões trabalhistas e a importância da Psicologia ter seu espaço neste meio, para evitar a propagação do sequestro da subjetividade no ambiente de trabalho, e a saúde do trabalhador ainda mais comprometida; e buscamos fazer um pequeno paralelo sobre algumas questões pertinentes sobre o trabalhador brasileiro e o trabalhador japonês, para que pudéssemos sair um pouco daquilo que estamos habituados, explorando uma outra cultura que está ao mesmo tempo muito próxima e distante de nós.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

A saúde física e mental do trabalhador - Parte 4: Apontamentos acerca da realidade do trabalho no Japão


Essa é a quarta postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Nesse texto, vamos lá para a outra extremidade do mapa e falaremos um pouco sobre a realidade do trabalhador no Japão. A cultura japonesa é muitas vezes ovacionada devido ao seu comprometimento desmedido com o trabalho, algo apoiado pelo universo corporativo e enxergado de maneira positiva. No entanto, as altas taxas de suicídio e mortes decorrentes do excesso de trabalho apontam para uma realidade bastante obscura dentro desse povo que está mais próximos de nós do que nos damos conta, pois hoje o Brasil possui o maior número de imigrantes e descendentes nipônicos, além das diversas grandes empresas japonesas espalhadas pelo país.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

A saúde física e mental do trabalhador - Parte 3: Apontamentos acerca da realidade do trabalho no Brasil

Essa é a terceira postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Nesse texto, iniciamos as nossas reflexões acerca das diferentes condições de trabalho ao redor do mundo, começando com o Brasil, que apresenta uma grande disparidade social, onde nem todos os programas de qualidade de vida e empregatividade estão ao alcance da população. Nas próximas postagens, seguiremos falando um pouco sobre o conceito de promoção das condições de trabalho seguras e saudáveis está muito distante do compromisso ético para com o sujeito em outros culturas diferentes da nossa.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

A saúde física e mental do trabalhador - Parte 2: O sequestro da subjetividade

Essa é a segunda postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Nesse texto, trazemos algumas considerações sobre como o ambiente de trabalho pode, por vezes, roubar o sujeito de sua individualidade, fazendo com que ele assuma uma identidade predominante de um grupo. Damos à esse fenômeno o nome de sequestro da subjetividade.

domingo, 28 de outubro de 2018

A saúde física e mental do trabalhador - Parte 1: considerações históricas


É sabido que em ordem de sobreviver na sociedade capitalista, o homem precisa trabalhar e, em virtude disso, sabemos também que a sua relação com o trabalho está diretamente ligada à sua saúde física e mental, que não se separam, pois há nessa atividade toda uma correlação com a qualidade de vida de um indivíduo. À vista disso, planejamos uma série de postagens recortadas de um trabalho apresentado à disciplina de Processos de Gestão do Trabalho do 6º período do curso de Psicologia, onde discutimos um pouco sobre o sequestro da subjetividade e a saúde do trabalhador, não só no Brasil, mas também no Japão, para que juntos possamos refletir e expandir nosso conhecimento sobre uma outra realidade tão distante da nossa. Nessa primeira postagem da série, trazemos algumas considerações históricas sobre como a saúde do trabalhador era vista e seu processo de mudança. Além de nós, Alessandra e Jhéssica, o texto também conta com a participação de Luara da Silva.

sábado, 27 de outubro de 2018

Homo homini lupus est



HOMO HOMINI LUPUS EST

Alessandra Ferreira


A minha gente hoje anda
Falando de lado
E olhando pro chão, viu
Você que inventou esse estado
E inventou de inventar
Toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar
O perdão

Chico Buarque, Apesar de Você



Ao estudar um pouco de psicanálise, ao ler textos de Freud, ao ler textos de Lacan, ao vivenciar o agora, no auge de toda essa angústia ocasionada pela nossa situação política, surge um questionamento: quem em face de toda sua experiência da vida e mesmo de seu conhecimento da própria história teria a coragem de aceitar qualquer condição desumana? A resposta vem com os acontecimentos que vivenciamos dia após dia. Fica “fácil” compreender que essa cruel agressividade que Freud tanto falava encontra-se apenas dormente em todo ser humano, só esperando por alguma provocação advinda do externo, do outro, enquanto ao mesmo tempo também aguarda por uma afirmação, para que possa se colocar a serviço da satisfação de seus desejos. E o investimento na agressividade agora tem voz. Vozes. Muitas delas, fazendo eco em cada esquina, tentando oprimir, amedrontar e silenciar toda e qualquer diferença. Eles chamam isso de liberdade de expressão. 

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

O filme Cisne Negro e o comportamento

Nesta postagem trazemos uma parte de um trabalho realizado no 4º período do curso de Psicologia para a disciplina de Análise do Comportamento II para pontuar algumas cenas do filme Cisne Negro (2010), utilizando a tríplice de contingências com base na teoria de Skinner, realizando também uma análise funcional referente ao comportamento que Nina apresenta no decorrer do filme. Todavia, se fazem hipóteses sobre quais contingências do ambiente em questão se fizeram relevantes para ocasionarem uma alteração dos comportamentos de Nina. O trabalho foi realizado por Alessandra Ferreira, Jhéssica Karine e Ariane Silva.