terça-feira, 11 de outubro de 2016

Do Luto à Luta: apontamentos teóricos a respeito da família frente à deficiência

Esse trabalho foi realizado para disciplina de “Psicologia e Pessoas com Deficiência” no 4º período. Nele fazemos alguns apontamentos a respeito da família e como esta lida com a questão da deficiência, fazendo uma análise do documentário “Do Luto à Luta”, que traz a jornada de alguns indivíduos e suas famílias que lidam com a Síndrome de Down. 


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Modelos sociais e barreiras impostas pela sociedade para pessoas com deficiência

Este texto foi realizado para a disciplina de “Psicologia e Pessoas com Deficiência” no 4º período. Aqui falamos sobre os modelos de compreensão da pessoa com deficiência, onde temos: a integração, a inclusão social, o modelo médico e o modelo social. Vemos como estas noções configuram estigmas para estes sujeitos e como a sociedade ainda carece de métodos para lidar com estes indivíduos. Os autores utilizados para a construção do texto foram Amaral e Sassaki, referenciados ao final da postagem.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A concepção do brincar nas teorias de Anna Freud e Melanie Klein

Estamos em semana de provas, mas arranjamos um tempinho pra postar alguma coisinha aqui no blog! Essa foi uma atividade realizada no nosso 4º semestre para a disciplina do Desenvolvimento Infantil e o Brincar, nela tentamos traçar um paralelo entre a teoria sobre o brincar de dois importantes nomes para a psicanálise infantil, são elas Anna Freud e Melanie Klein, com isso podemos notar as similaridades e os distanciamentos em suas técnicas. Não está referenciado nos parágrafos, mas toda a base para a construção do texto foi da autora Aberastury. 

sábado, 10 de setembro de 2016

Winnicott e o brincar

Essa foi uma atividade realizada no 4º semestre de nossa graduação para a disciplina de Desenvolvimento Infantil e o Brincar, com ela trazemos algumas considerações sobre a importância que Winnicott apresenta a respeito do brincar no desenvolvimento infantil e como a função materna é fundamental no auxílio deste processo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A ficção de encontro com a realidade: a psicose de Norman Bates e Ed Gein

Essa postagem é uma continuação da postagem anterior sobre a temática da Psicose, onde fizemos a sua definição. Aqui, trazemos a continuação do trabalho, onde fazemos uma análise do personagem icônico Norman Bates do filme Psicose de 1960 e o paralelo existente entre ele e o caso de Ed Gein na vida real, delimitando a estrutura psicótica encontrada em ambos os sujeitos, utilizando para tal análise autores da psicanálise.


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Setembro Amarelo e o trabalho do CVV

Em função do Setembro Amarelo, o mês de Prevenção ao Suicídio, trazemos hoje uma postagem informativa. Para quem não sabe, o Setembro Amarelo é uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), se trata de uma campanha que ocorre no Brasil desde 2014 buscando promover ações preventivas em relação ao suicídio, em uma tentativa de retirar o estigma em torno desta temática e trazer informação à sociedade. Hoje trazemos um pouco sobre como funciona o trabalho do CVV, onde nós duas realizamos um trabalho voluntário por algum tempo. O voluntariado no CVV nos proporcionou ricas experiências, nos sensibilizando a respeito da escuta do sujeito, expandindo a nossa visão acerca do sofrimento do outro e de sua necessidade de se expressar. 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Operacionalizando Culpa e Vergonha

Este trabalho foi realizado no 2º período da nossa graduação para a disciplina de Introdução à Análise do Comportamento. Saindo um pouco da Psicanálise e entrando na área do Comportamento, realizamos aqui alguns apontamentos a respeito dos termos “culpa” e “vergonha”. Nesse trabalho, assim como na postagem anterior, as referências do que foi lido para a realização do trabalho encontram-se no final do texto, mas algumas não estão devidamente mencionadas no corpo do trabalho, pois no segundo período ainda estávamos aprendendo e não sabíamos fazer referências direito (risos).