É sabido que em ordem de sobreviver na sociedade capitalista, o homem precisa trabalhar e, em virtude disso, sabemos também que a sua relação com o trabalho está diretamente ligada à sua saúde física e mental, que não se separam, pois há nessa atividade toda uma correlação com a qualidade de vida de um indivíduo. À vista disso, planejamos uma série de postagens recortadas de um trabalho apresentado à disciplina de Processos de Gestão do Trabalho do 6º período do curso de Psicologia, onde discutimos um pouco sobre o sequestro da subjetividade e a saúde do trabalhador, não só no Brasil, mas também no Japão, para que juntos possamos refletir e expandir nosso conhecimento sobre uma outra realidade tão distante da nossa. Nessa primeira postagem da série, trazemos algumas considerações históricas sobre como a saúde do trabalhador era vista e seu processo de mudança. Além de nós, Alessandra e Jhéssica, o texto também conta com a participação de Luara da Silva.
domingo, 28 de outubro de 2018
sábado, 27 de outubro de 2018
Homo homini lupus est
HOMO HOMINI LUPUS EST
Alessandra Ferreira
A minha gente hoje anda
Falando de lado
E olhando pro chão, viu
Você que inventou esse estado
E inventou de inventar
Toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar
O perdão
Chico Buarque, Apesar de Você
Ao estudar um pouco de psicanálise, ao ler textos de Freud, ao ler textos de Lacan, ao vivenciar o agora, no auge de toda essa angústia ocasionada pela nossa situação política, surge um questionamento: quem em face de toda sua experiência da vida e mesmo de seu conhecimento da própria história teria a coragem de aceitar qualquer condição desumana? A resposta vem com os acontecimentos que vivenciamos dia após dia. Fica “fácil” compreender que essa cruel agressividade que Freud tanto falava encontra-se apenas dormente em todo ser humano, só esperando por alguma provocação advinda do externo, do outro, enquanto ao mesmo tempo também aguarda por uma afirmação, para que possa se colocar a serviço da satisfação de seus desejos. E o investimento na agressividade agora tem voz. Vozes. Muitas delas, fazendo eco em cada esquina, tentando oprimir, amedrontar e silenciar toda e qualquer diferença. Eles chamam isso de liberdade de expressão.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2018
O filme Cisne Negro e o comportamento
Nesta postagem trazemos uma parte de um trabalho realizado no 4º período do curso de Psicologia para a disciplina de Análise do Comportamento II para pontuar algumas cenas do filme Cisne Negro (2010), utilizando a tríplice de contingências com base na teoria de Skinner, realizando também uma análise funcional referente ao comportamento que Nina apresenta no decorrer do filme. Todavia, se fazem hipóteses sobre quais contingências do ambiente em questão se fizeram relevantes para ocasionarem uma alteração dos comportamentos de Nina. O trabalho foi realizado por Alessandra Ferreira, Jhéssica Karine e Ariane Silva.
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Considerações sobre a identificação e o enamoramento e hipnose
Essa postagem traz uma pequena síntese dos apontamentos sobre os conceitos apresentados nas postagens anteriores sobre a identificação e sobre enamoramento e hipnose. Texto escrito por Alessandra Ferreira e Jhéssica Karine Pereira.
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Enamoramento e Hipnose
Essa postagem traz um resumo dos conceitos de “Enamoramento e Hipnose” presente no livro de Sigmund Freud “Psicologias das Massas e Análise do Eu”, complementando a postagem anterior. O trabalho foi realizado no terceiro semestre na disciplina Psicanálise II.
terça-feira, 4 de setembro de 2018
A identificação
Essa postagem traz um resumo do conceito de “Identificação” presente no livro de Sigmund Freud “Psicologias das Massas e Análise do Eu”. O trabalho foi realizado no terceiro semestre na disciplina Psicanálise II. Texto foi escrito por Alessandra Ferreira, Jhéssica Karine Pereira e Ariane Vieira da Silva.
terça-feira, 22 de maio de 2018
O desenvolvimento segundo René Spitz
O DESENVOLVIMENTO SEGUNDO RENÉ SPITZ
Alessandra Ferreira
Todas as informações contidas neste texto tem como referência a obra de René Spitz (2013): O Primeiro Ano de Vida. Aqui falo um pouco sobre algumas das mudanças que acontecem no primeiro ano de vida da criança que, incapaz de sobreviver sozinha, é totalmente dependente de sua figura materna, que supre suas necessidades primordiais, resultando na relação complementar chamada díade.
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