domingo, 6 de janeiro de 2019

O processo de aconselhamento psicológico

Essa postagem traz uma síntese do capítulo “O aconselhamento como processo” presente no livro “O processo de aconselhamento” de Sheldon Eisenberg e Lewis E. Patterson, que buscam definir o que é o aconselhamento e quais são seus objetivos, partindo disso para apresentar as etapas de tal processo e oferecendo uma pequena introdução às técnicas que serão exploradas nos capítulos seguintes do livro. Essa produção foi realizada na disciplina de Aconselhamento Psicológico, no 7º período do curso de Psicologia.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

A dor de viver: análise crítica do caso de Nathan Verhelst

Trazemos aqui uma análise crítica do caso do belga Nathan Verhelst, que após passar por vários tratamentos e cirurgias para redesignação sexual, optou pela eutanásia quando as mudanças não atingiram os resultados desejados e, ao invés disso, o fizeram sentir que havia se transformado em um “monstro”. Neste texto, não oferecemos respostas, ao invés disso provocamos algumas reflexões sobre o sofrimento psíquico que leva um sujeito à decisão de dar um fim em sua vida. O trabalho foi realizado na disciplina Ética e Bioética II, 5º semestre da nossa graduação em Psicologia.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Psicologia e Comunidade

Essa postagem traz pequenas considerações a respeito da prática da psicologia da e na comunidade. Esse trabalho foi realizado no oitavo semestre na disciplina Psicologia e Comunidade do Curso de Psicologia. Texto escrito por Jhéssica Pereira.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Breves apontamentos sobre a Abordagem Centrada na Pessoa

Essa postagem apresenta uma breve introdução a Carl Rogers, o idealizador da Abordagem Centrada na Pessoa, escrito por Alessandra Ferreira, e uma síntese do capítulo “Os fundamentos de uma Abordagem Centrada na Pessoa” do livro “Um jeito de ser” de Rogers, escrito por Jhéssica Pereira. Esses escritos foram produzidos para a disciplina Teorias e Técnicas Psicológicas: Abordagem-Humanista A do curso de Psicologia.

domingo, 9 de dezembro de 2018

A saúde física e mental do trabalhador - Parte 5: Considerações sobre a saúde mental no ambiente de trabalho

Essa é a quinta e última postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhadorAqui fazemos uma pequena conclusão sobre o que discutimos ao longo desses textos: como as considerações históricas que permeiam o tema; algumas reflexões sobre as questões trabalhistas e a importância da Psicologia ter seu espaço neste meio, para evitar a propagação do sequestro da subjetividade no ambiente de trabalho, e a saúde do trabalhador ainda mais comprometida; e buscamos fazer um pequeno paralelo sobre algumas questões pertinentes sobre o trabalhador brasileiro e o trabalhador japonês, para que pudéssemos sair um pouco daquilo que estamos habituados, explorando uma outra cultura que está ao mesmo tempo muito próxima e distante de nós.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

A saúde física e mental do trabalhador - Parte 4: Apontamentos acerca da realidade do trabalho no Japão


Essa é a quarta postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Nesse texto, vamos lá para a outra extremidade do mapa e falaremos um pouco sobre a realidade do trabalhador no Japão. A cultura japonesa é muitas vezes ovacionada devido ao seu comprometimento desmedido com o trabalho, algo apoiado pelo universo corporativo e enxergado de maneira positiva. No entanto, as altas taxas de suicídio e mortes decorrentes do excesso de trabalho apontam para uma realidade bastante obscura dentro desse povo que está mais próximos de nós do que nos damos conta, pois hoje o Brasil possui o maior número de imigrantes e descendentes nipônicos, além das diversas grandes empresas japonesas espalhadas pelo país.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

A saúde física e mental do trabalhador - Parte 3: Apontamentos acerca da realidade do trabalho no Brasil

Essa é a terceira postagem da nossa série sobre a saúde do trabalhador. Nesse texto, iniciamos as nossas reflexões acerca das diferentes condições de trabalho ao redor do mundo, começando com o Brasil, que apresenta uma grande disparidade social, onde nem todos os programas de qualidade de vida e empregatividade estão ao alcance da população. Nas próximas postagens, seguiremos falando um pouco sobre o conceito de promoção das condições de trabalho seguras e saudáveis está muito distante do compromisso ético para com o sujeito em outros culturas diferentes da nossa.