segunda-feira, 17 de setembro de 2018

O filme Cisne Negro e o comportamento

Nesta postagem trazemos uma parte de um trabalho realizado no 4º período do curso de Psicologia para a disciplina de Análise do Comportamento II para pontuar algumas cenas do filme Cisne Negro (2010), utilizando a tríplice de contingências com base na teoria de Skinner, realizando também uma análise funcional referente ao comportamento que Nina apresenta no decorrer do filme. Todavia, se fazem hipóteses sobre quais contingências do ambiente em questão se fizeram relevantes para ocasionarem uma alteração dos comportamentos de Nina. O trabalho foi realizado por Alessandra Ferreira, Jhéssica Karine e Ariane Silva.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Considerações sobre a identificação e o enamoramento e hipnose

Essa postagem traz uma pequena síntese dos apontamentos sobre os conceitos apresentados nas postagens anteriores sobre a identificação e sobre enamoramento e hipnose. Texto escrito por Alessandra Ferreira e Jhéssica Karine Pereira.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Enamoramento e Hipnose

Essa postagem traz um resumo dos conceitos de “Enamoramento e Hipnose” presente no livro de Sigmund Freud “Psicologias das Massas e Análise do Eu”, complementando a postagem anterior. O trabalho foi realizado no terceiro semestre na disciplina Psicanálise II.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

A identificação

Essa postagem traz um resumo do conceito de “Identificação” presente no livro de Sigmund Freud “Psicologias das Massas e Análise do Eu”. O trabalho foi realizado no terceiro semestre na disciplina Psicanálise II. Texto foi escrito por Alessandra Ferreira, Jhéssica Karine Pereira e Ariane Vieira da Silva.

terça-feira, 22 de maio de 2018

O desenvolvimento segundo René Spitz



O DESENVOLVIMENTO SEGUNDO RENÉ SPITZ

Alessandra Ferreira

Todas as informações contidas neste texto tem como referência a obra de René Spitz (2013): O Primeiro Ano de Vida. Aqui falo um pouco sobre algumas das mudanças  que acontecem no primeiro ano de vida da criança que, incapaz de sobreviver sozinha, é totalmente dependente de sua figura materna, que supre suas necessidades primordiais, resultando na relação complementar chamada díade.

terça-feira, 20 de março de 2018

O homem e o meio social

Jhéssica Karine Pereira


O homem é um ser em constante movimento, sendo assim, para compreendê-lo se faz importante atentar-se para sua interação com o ambiente, com as demais pessoas de sua comunidade e como isso lhe afeta. 
O ser humano é um ser social, que necessita de um convívio com o outro. Mesmo ao nascer o indivíduo já está inserido em uma sociedade, que lhe afeta. É como se ele herdasse desse meio tanto seus valores filosóficos e religiosos quanto os de linguagem e tecnologia. Deste modo a cultura em que se está inserido auxilia na constituição e formação de uma pessoa, e à medida que a sociedade modifica o homem, o homem também modifica o seu meio.
O homem possui uma excelente capacidade de aprendizagem e de adaptação ao ambiente em que vive se “moldando” de acordo as regras sociais e cultura vigente. Encontrando na linguagem um fator de extrema importância diante deste processo de desenvolvimento, afinal, é por meio da linguagem que o processo de transmissão cultural irá ocorrer por excelência.
Sendo assim a linguagem também irá influenciar no processo de formação de um indivíduo. No entanto, o indivíduo, que já teve todos esses valores impostos desde seu nascimento, pode em algum momento querer preservar ou ainda salientar sua individualidade e subjetividade, afinal cada ser humano é um ser único na natureza.
Como já citado, o homem tem uma grande capacidade de aprendizagem que gera uma mudança de comportamento, desta forma, o homem se encontra em constante aprimoramento, crescendo e ampliando seus conhecimentos. Esse desenvolvimento ocorre a partir de contatos sociais, porém é justamente nesse convívio social que acontecem grandes frustrações. Essas frustrações são algo comum na vida de qualquer pessoa, ela impede o ser de alcançar algo desejado, o forçando a agir de maneira diferente e continuar em movimento.

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COMO CITAR ESTA POSTAGEM

PEREIRA, J. K. O homem e seu meio social. Curitiba, 20 Mar 2018. Disponível em: <https://psiqueempalavras.blogspot.com/2018/03/o-homem-e-o-meio-social.html>

domingo, 18 de março de 2018

Breves reflexões acerca do pensamento de Jean-Paul Sartre

Alessandra Ferreira


1. “A existência precede a essência”

O texto “O Existencialismo é um Humanismo” foi escrito por Sartre para explicar o existencialismo. Nele, Sartre afirma que “a existência precede a essência”, querendo dizer com isso que o homem primeiramente existe, se descobre e surge no mundo e só depois ele se define. 
O homem, tal como o concebe o existencialismo, se não é definível, é porque primeiramente não é nada, só depois será alguma coisa e tal como a si próprio se fizer. Assim, não há natureza humana, visto que não há Deus para concebê-la. 
Em sua obra, ele não deu uma importância excessiva ao problema religioso, pois não estava preocupado em discutir sobre a existência ou não existência de Deus. Nada, nem mesmo Deus, pode justificar o homem ou retirá-lo de sua liberdade total e absoluta ou ainda salvá-lo de si mesmo. 
O homem, portanto, não é mais do que o que ele faz. O homem é como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência. Não há uma essência igual em todas as pessoas, uma natureza humana, portanto não há uma lista de regras estabelecidas antes do ser humano existir. Logo, ele precisa criá-las por si mesmo. Não poderia existir nada “a priori” para Sartre.
Deve-se compreender que Sartre não aplica este princípio do existencialismo universalmente, mas apenas para a humanidade. Sartre argumentava que havia, essencialmente, dois tipos de ser. 
O primeiro sendo o “ser-em-si” (l’en-soi), que é caracterizado como preciso, completo e não tem razão alguma para sua existência, ele simplesmente é; o segundo é o “ser-para-si” (pour soi-le), que é a consciência do ego.

2. “O homem é condenado a ser livre”

Para Sartre, o fato de não haver uma essência anterior à existência força os homens a serem livres: eles precisam inventar regras, valores, improvisar. Portanto, só o fato de alguém existir traz, obrigatoriamente, o fato de ele ser livre. 
A existência condena os homens à liberdade. Devido à falta de valores predeterminados, estão todos sós e sem desculpas. Por isso, ninguém pode se eximir da responsabilidade por seus atos e suas consequências. Cada um escolhe por si mesmo, através de seu próprio julgamento, baseando sua decisão no que achar conveniente. Todo homem é responsável por escolher para si e, com isso, para toda a humanidade, o que causa muita angústia. Ele não pode escapar do compromisso de escolher e se ele não escolhe nada, escolhe não escolher. 
O ser humano tem compromisso com seu futuro, com as outras pessoas, consigo mesmo. Sartre defendia que o existencialismo é uma doutrina da ação e que ninguém deve se ausentar de nenhum compromisso ou utilizar-se de desculpas, pois cabe a cada um traçar seu próprio destino.


REFERÊNCIA

SARTRE, J-P. O existencialismo é um humanismo. Les Éditions Nagel: Paris, 1970.

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COMO CITAR ESTA POSTAGEM

FERREIRA, A. C. C. Breves reflexões acerca do pensamento Jean-Paul Sartre. Curitiba, 18 Mar 2018. Disponível em: <https://psiqueempalavras.blogspot.com/2018/03/breves-reflexoes-acerca-do-pensamento.html>